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21 de outubro de 2018
João Batista Guimarães Ferreira da Silva fala sobre sua trajetória e sua atuação no setor elétrico brasileiro

Mais conhecido como Joãozinho, esse Conselheiro do CIGRÉ-Brasil inaugura essa seção que procurará dar a conhecer aos associados os componentes dessa importante instância de decisão dos rumos da nossa instituição, o Conselho Administrativo do CIGRÉ-Brasil.

Ex-diretor-presidente da instituição, na gestão 1999-2003, Joãozinho teve papel importante no processo de implantação da atual sede do CIGRÉ-Brasil, no bairro do Flamengo, Rio de Janeiro. 

Entrevistado no contexto do VIII SMARS - o Seminário Brasileiro de Meio Ambiente e Responsabilidade Social do Setor Elétrico - que aconteceu no começo de maio na Bahia, Joãozinho fala do seu atual envolvimento com as questões socioambientais, na qualidade de diretor do consórcio entre Furnas, Copel e a majoritária State Grid -  Paranaíba Transmissora SA.

Além de nos falar um pouco das suas impressões com relação ao atual momento do setor elétrico brasileiro, o ativo Conselheiro do CIGRÉ-Brasil conta como foi a sua entrada incomum no setor elétrico, a partir do trabalho voluntário na instituição. Especialista em Torres e Linhas e Transmissão sua produção sobre a temática é expressiva e pode ser percebida a partir da lista de artigos, brochuras técnicas e trabalhos listados no final da entrevista. 

O senhor poderia nos contar um pouco da sua trajetória no setor elétrico e, especialmente, no debate socioambiental do setor?

Minha entrada no setor elétrico foi quase acidental, uma vez que não sou formado em Engenharia Elétrica. Na realidade sou engenheiro civil tendo me especializado em estruturas de aço e, dentre elas, as torres para Linhas de Transmissão e Subestações.

Foi a participação no CIGRÉ, a convite do engenheiro João Felix Nolasco (na época da CEMIG) que alavancou minha vida profissional. Primeiro, participei dos comitês nacional e internacional de Linhas de Transmissão, depois, aceitei o desafio de me tornar secretário do Comitê Brasileiro do Cigré a convite do engenheiro Eduardo Nery, ex-CEMIG e ex-presidente do CIGRÉ-Brasil também. Acho que fui o primeiro da iniciativa privada a ocupar essa função). Mais tarde, ainda ocupei a vice-presidência, a presidência do CIGRÉ-Brasil e, depois, a presidência da Região Iberoamericana.

Quando estava na presidência do CIGRÉ–Brasil e no Comitê Executivo do CIGRÉ Paris, no final da década de 90, participei da elaboração do Master Plan CIGRÉ para o Novo Milênio. Fizemos uma restruturação completa na estrutura técnica do CIGRÉ, visando adaptar a instituição internacional ao novo mercado que começara a se estabelecer no mundo, com a quebra do monopólio estatal da energia e a consequente entrada da iniciativa privada através de marcos regulatórios adequados a cada realidade. No Brasil, foi a época, por exemplo, da criação da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e do Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. O CIGRÉ tinha que se adaptar a tudo isso e, então, nós preparamos uma mudança estrutural  profunda reorganizando as atividades técnicas em quatro grandes grupos: Grupo A, em que se reuniram os estudos sobre os grandes equipamentos; Grupo B, dedicado aos estudos dos subsistemas; Grupo C, aqueles grupos que envolvem o sistema elétrico como um todo, como o caso do Meio Ambiente que é o C3 e, no Grupo D, ficaram os grupos de estudo assim chamados “transversais”, ou seja, que tratam das tecnologias de apoio e que permeiam todos os demais grupos. O Comitê de Estudos C3 de Desempenho Ambiental dos Sistemas, se bem me lembro, teve como primeiro coordenador brasileiro, o engenheiro Ricardo Cavalcanti Furtado, aqui presente nessa edição do SMARS. 

Paralelamente a este trabalho administrativo, no CIGRÉ, sempre estive ligado aos temas técnicos. Quando entrei em 1983, montei um pequeno grupo para tratar dos assuntos relacionados as estruturas metálicas para linhas de transmissão no Brasil. No ano seguinte, em minha primeira participação na Bienal de Paris, tive oportunidade de conhecer o grupo internacional. Naquela época, o coordenador era o americano Joe Pohlman que gostou muito do meu interesse, das minhas ideias e propostas. Assim quando se aposentou, achou por bem indicar-me para substitui-lo. Foi uma experiência muito rica. O grupo que criei ficou forte, grande e produtivo. Ao todo, comandei 26 reuniões internacionais e, com este grupo, produzimos 9 Brochuras Técnicas com 13 artigos publicados na Revista ELECTRA. Até hoje ainda ocupo a posição de Chairman do Technical Advisory Group TAG 05 do Study Committee  B2, que se dedica a propor e conduzir todos os estudos CIGRE relacionados a torres, isoladores e fundações. Não consigo me afastar da área técnica. Acho que vou morrer engenheiro (rs).

E quanto às questões ambientais? O que o trouxe VIII SMARS, por exemplo?

Depois de trabalhar praticamente a vida toda como fornecedor de equipamentos para as linhas, torres e subestações, época em que trabalhei por oito anos na ABB, por exemplo, tornei-me, nesse final de carreira, "empresa concessionária". Hoje, sou diretor de algumas empresas de transmissão de Furnas. Entendo que isso se deu principalmente graças a minha participação no CIGRÉ, onde tornei-me uma pessoa conhecida no setor. Daí Furnas ter me convidado para ajudá-los em parcerias sobretudo com o setor privado onde sempre trabalhei. Exemplos  dessas experiências são a Paranaíba Transmissora, resultado da sociedade entre Copel, State Grid e Furnas e a Vale do São Bartolomeu Transmissora de Energia, sociedade entre o Fundo Caixa Milão, a CELG e Furnas, ambas presentes aqui no SMARS. Sou o diretor técnico indicado por Furnas para essas sociedades.

Nessa atividade eu realmente pude estar muito mais envolvido com as questões ambientais intrínsecas na implantação dos empreendimentos. Faço questão de participar das Audiências Públicas, porque o projeto tem que ter uma cara, um responsável, que não esteja escondido detrás de uma mesa. É preciso que alguém diga “eu sou o responsável por isso aqui”. Alguém para explicar e responder pelo projeto e toda a problemática envolvida. Porque comecemos por aí: não existe nenhum projeto de implantação de uma obra que não cause impacto ambiental. Então, temos que verificar como é que vamos fazer para que as comunidades atingidas nos ajudem a minimizar ao máximo estes impactos e para que possam também apreciar os benefícios advindos da obra. É preciso pesar os prós e os contras. Então tenho tido a oportunidade de debater com as pessoas, apresentado os nossos projetos. Colhendo informações e sugestões tenho tido sucesso e acumulado ricas experiências.

Em uma Audiência Pública no município de Oriente-SP, por exemplo, tivemos como parte do público presente uma turma de adolescentes do ensino médio trazidos por sua professora. Eles entraram tímidos, enquanto eu já apresentava o projeto. Então, chamei-os para que viessem para a frente e mudei completamente a forma como estava falando para que eles também pudessem acompanhar. Ao final, fiquei bastante feliz com o resultado pois, durante a fase de debates uma aluna disse que havia entendido, gostado bastante e que tinha, inclusive, interesse em trabalhar naquele projeto (risos).

Em outra audiência, também em São Paulo, no município de Mirassol, um médico oncologista que tinha ouvido dizer que a exposição de seres humanos aos campos eletromagnéticos de uma Linha de Transmissão gerava câncer, declaraou que estava ali para impedir que a linha fosse construída. Eu, então, falei da minha experiência internacional, quando acompanhei na ABB, uma pesquisa em que desenvolvemos um projeto chamado “Linha Verde” onde os campos elétricos e magnéticos foram reduzidos a níveis mínimos (0,2 uT). O projeto foi um sucesso do ponto de vista técnico, mas um fracasso comercial pois nenhuma linha daquele tipo havia sido vendida. Isto porque nunca houve comprovação real de enfermidades em seres humanos associadas diretamente à influência dos campos eletromagnéticos de LT’s. Isto, mesmo em países como Alemanha, Suécia ou Suíça.

Em outra ocasião, no norte de Minas Gerais, em plena Audiência Pública, fomos interrompidos pela chegada de dois ônibus dos MAB’s – Movimento dos Atingidos por Barragens - que, sabendo da presença de Furnas ali, viajou cerca de 200 km para registrar suas demandas. O pessoal do IBAMA se assustou com a chegada deles e a possibilidade de tumulto, mas, então, explicamos que aquela era uma reunião sobre Linha de Transmissão e que depois de cumprido o nosso rito, daríamos a eles a palavra para registrarem seus protestos. Correu tudo muito bem, tendo eu, inclusive, me comprometido a encaminhar a solicitação deles aos responsáveis pela empresa, no escritório do Rio de Janeiro.

Tenho pensado muito nestas questões ambientais ultimamente. Precisamos nos organizar melhor porque no fundo, todos queremos a mesma coisa. Nenhum de nós quer agredir o meio ambiente, nenhum de nós quer gerar pobreza ou quer fazer um serviço mal feito. Todos nós precisamos de energia elétrica, portanto, ao final, nós todos queremos a mesma coisa. Vamos nos organizar de forma humana. É preciso conversar, debater para ver se a gente consegue chegar nesse objetivo que é comum. É o que estamos, por exemplo, fazendo aqui neste VIII SMARS. Às vezes parece que o empreendedor fica receoso com as pessoas se organizarem, quando é mais interessante que eles se organizem, que participem e nos deêm a chance de convencê-los.

Além dessa relação mais direta com as questões ambientais na implantação de projetos de LT’s e SE’s, na minha especialização de origem, que são as torres para linhas de transmissão, tenho participado do debate e da evolução sobre o aspecto estético e do esforço que temos feito para reduzir o impacto visual de uma Torre de Transmissão. Num passado muito próximo, ninguém estava preocupado se a torre era feia ou bonita. Elas eram apenas elementos necessários para a transmissão de energia. O que aconteceu é que fomos construindo cada vez mais linhas que as vezes invadiam cidades, ou de cidades que invadiram as linhas e o pessoal, num bom, “minerês”, “garrou” a implicar com as torres. Você não imagina o que se faz hoje em dia em algumas regiões do mundo para conquistar a população para aprovação de um novo projeto!

Em 1968, o autor americano Henry Dreyfuss chamou atenção para esse fato, alertando que em um futuro próximo seria importante prestar atenção ao design, ao aspecto visual das torres. Parecia um sonho àquela altura, ele propunha vários tipos de torres que eram quase esculturas. O tempo passou e hoje, em alguns países, as torres cada vez mais se aproximam de esculturas elétricas.

No final dos anos 80 o próprio CIGRÉ criou um grupo de trabalho (WGB2.02) chamado Enviromental Aspects of Transmission Lines e ali já se começava a falar um pouco sobre o assunto. Em 1995, assumi a liderança do grupo internacional WG.B2.08 onde propus a criação da força tarefa B2.08-TF3.1 – “Innovative Solutions for Overhead Line Supports”. Neste grupo compilamos a experiência mundial sobre o assunto com excelentes exemplos de mitigação do impacto visual/ambiental das torres. Isto está publicado na Brochura Técnica Cigré nº 416, 416 A.

Qual a sua percepção sobre a atual situação do setor elétrico brasileiro? Por exemplo, o processo de privatização que podemos ver na anfitriã do SMARS, a COELBA que, hoje, pertence ao grupo Iberdrola-Neoenergia ou, na sua própria experiência junto a State Grid, Furnas e Copel?

Sobre este tema, eu primeiramente me pergunto: quem está comprando? É a Iberdrola, espanhola. É a Enel, italiana. É a chinesa State Grid, com quem estou trabalhando. São empresas estatais em seus países. Porque aqui no Brasil se diz que “estatal não é bom”? E, na Espanha ou na China, por exemplo, aquelas estatais são empresas de sucesso a ponto de saírem de lá e virem aqui comprar nossas empresas? Alguma coisa parece não fazer sentido. Talvez não no conceito, mas na gestão!

Meu sentimento é de frustração, quando vejo coisas que ajudei a construir para o nosso país, passarem para outras mãos. Tive, por exemplo, muito contato com a antiga CESP quando estavam construindo as linhas de transmissão do complexo Jupiá / Ilha Solteira, das Usinas de Capivara e da Usina de Taquaruçu, por exemplo. Ainda a pouco aqui no SMARS, assisti apresentação de informes técnicos que falavam destas usinas, hoje em outras mãos. A CESP, aquela altura, foi a primeira empresa que me contratou para dar um curso de 40 horas de projeto de estruturas para Linhas de Transmissão. Lembro-me muito bem e com carinho, dos colegas da antiga CESP, dos nossos desafios, nossas dúvidas, das perguntas: “como é que soluciona isso, Joãozinho?”

Na realidade, devo dizer que a gente ainda prefere que sejam estatais a comprar nossos ativos, porque as privadas, com raríssimas exceções, tem tratado mal nossos ativos do setor elétrico. Essa é uma grande pergunta que eu faço a mim mesmo: como é que aquelas estatais em seus países conseguem vir aqui e comprar as nossas! Por que para eles dá certo?

Se a gente não está conseguindo fazer ou gerir, é melhor que venham, que façam um bom trabalho e terão sempre a minha ajuda, o meu apoio para fazer bem. Pergunto e me sinto impotente para propor qualquer coisa contrária a isso, mas, pense bem, são também estatais...

  

Artigos Publicados na Revista ELECTRA

  • An Experiment to Measure the Variation in Lattice Tower Design,  Electra nr. 138, 1991
  • On the Variability of the Mechanical Properties of Materials for Transmission Line Steel Towers, Electra nr. 189,  April 2000.
  • Diaphragms in Lattice Steel Towers , Electra nr. 199, December 2001.
  • Assessment of Existing Overhead Line Supports, Electra nr. 207, April 2003.
  • Statistical Analysis of Structural Data of Transmission Line Steel Towers, Electra nr. 208, June 2003.
  • Comparison of General Industry Practices for Lattice Tower Design and Detailing, Electra nr. 244, June 2009.
  • Influence of the Hyperstatic Modeling, Electra nr. 245,  August 2009.
  • Investigation on the Structural Interaction between Transmission Line Towers and Foundations, Electra nr.246,October 2009.
  • Large Overhead Line Crossings, Electra nr. 246,October 2009.
  • Improvement on the Tower Testing Methodology, Electra nr. 247, December 2009.
  • Innovative Solutions for OHL Supports, Electra nr. 250, June 2010.
  • The Effect of Fabrication and Erection Tolerances on the Strength of Lattice Steel Transmission Towers, Electra nr.252, October 2010.

 

CIGRE SESSION PAPERS

  • EVALUATION OF THE PROBABILITY DISTRIBUTION OF THE STRENGTH OF TRANSMISSION LINE STEEL TOWERS BASED ON TOWER TEST RESULTS - Paper 22-305,  1990 Session.
  • USE OF RIGHTS-OF-WAY OF OVERHEAD LINES IN URBAN AREAS.
  • AN EXPERIENCE IN BRAZIL - Paper  22-204, 1992 Session.
  • ASSESMENT AND IMPROVEMENT OF AVAILABILITY OVERHEAD LINES AND COMPONENTS - Paper 22-107, 2002 Session.
  • RELIABILITY AND UPGRADING STUDIES OF THE 765 KV ITAIPU TRANSMISSION SYSTEM, 2000 Session.

 CIGRE SYMPOSIUNS

  • SELF SUPPORTING TOWERS FOR 500 KV COMPACT LINES - Leningrad Symposium, 1991, Paper 200-06
  • ESTRUTURA COMPACTA TIPO CROSS-ROPE PARA LINHA DE TRANSMISSÃO EM 500 KV - Paper GLT/003, Cigre XVI SNPTEE-Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, 2002
  • Tests on Transmission Tower Prototypes - Evaluation of results and Failures, VI Encuentro Regional Latino Americano da Cigre, 1991 Puerto Iguazu

 CIGRE SCB2 Web Site

  • On the Failure Load of Transmission Line Steel Towers Considering Design Techniques and Material Properties, Sept. 2005

 CIGRE Technical Brochures

  • TB 196 - Diaphragms in Lattice Steel Towers
  • TB 230 - Assessment of Existing OHL Supports
  • TB 384 - Comparison of General Industry Practices for Lattice Tower Design and Detailing 
  • TB 378 - Influence of the Hyperstatic Modeling
  • TB 395 - Investigation on the Structural Interaction between Transmission Line Towers and Foundations
  • TB 396 - Large Overhead Line Crossings
  • TB 399 - Improvement on the Tower Testing Methodology
  • TB 416 - Innovative Solutions for OHL Supports
  • TB 428 - The Effect of Fabrication and Erection Tolerances on the Strength of Lattice Steel Transmission Towers

  Trabalhos apresentados em outros Eventos Nacionais, Regionais e Internacionais:

SILVA, João B.G.F.; NOLASCO, João F.; BALSAMÃO, Wanderley A.-“Estruturas Estaiadas Modulares não Convencionadas para LT’s de 500 kV” in: VII SNPTEE – Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Brasília/DF, 1984.

SILVA, João B.G.F.; SILVA, Paulo R.R.L. - “Relato de um Projeto para Linhas de Transmissão 138 kV, Circuito Simples, Executado em Perfis da Série Métrica” in: IX SNPTEE – Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Belo Horizonte/MG, 1987.

SILVA, João B.G.F.; SILVA, Luiz A.R.L.; MELLO, Reynaldo C. - “Verificação Experimental em Fundações do Tipo Caixa de Concreto com Areia Confinada para Estruturas Monotubulares de Linhas de Transmissão” in: IX SNPTEE – Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica: Belo Horizonte/MG, 1987.

SILVA, João B.G.F.; SILVA, Paulo R.R.L.; GONTIJO, Carlos R. - “Utilização de Estruturas em Perfis de Chapa Dobrada” in: III ERLAC – Encontro Regional Latino Americano do Cigré, Foz do Iguaçu, 1989.

SILVA, João B.G.F.; SILVA, Paulo R.R.L.; NOLASCO, João F. - “Avaliação da Resistência Longitudinal de Estruturas para Linhas de Transmissão Conforme os Novos Critérios de Carregamento da IEC”. III ERLAC – Encontro Regional Latino Americano do Cigré, Foz do Iguaçu, 1989.

SILVA, João B.G.F.; SILVA, Paulo R.R.L.; NOLASCO, João F.; DIAS, Leovergildo R. “Aplicação de Critérios Probabilísticos no Reaproveitamento ou Recapacitação de Linhas de Transmissão” in: X SNPTEE – Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Curitiba/PR, 1989.

SILVA, João B.G.F.; GONTIJO, Ângelo; XAVIER,Ricardo A. - “Mechanical Properties of Steel Used in Brazilian Angles” in: Reunião Grupo Trabalho WG08 Overhead Line da Cigré, Paris, 1990.

SILVA, João B.G.F.; RIERA, Jorge D.; MENEZES, Ruy C.R.; SILVA, Vilson R. - "Evaluation of the Probability Distribution of the Strength of Transmission Line Steel Towers Based on Tower Test Results” in: Sessão Bienal da Cigré, Paris, 1990.

SILVA, João B.G.F.; SILVA, Paulo R.R.L. - “Self Supporting Towers for 500 kV Compact Lines” in: Symposium Cigré em Leningrado, 1991.

SILVA, João B.G.F.; CADETE, Márcia A.M. - “Ensaios em Protótipos de Torres de Transmissão, Avaliação de Resultados e Falhas” in: IV ERLAC – Encontro Regional Latino Americano da Cigré, Puerto Iguazu/Argentina, 1991.

SILVA,João B.G.F.; SILVA,Luiz A.R.L.; SILVA, Paulo R.R.L.; NOLASCO,João F. - “Análise em Estruturas Acidentadas para Linhas de Transmissão em 500 kV - Uma Nova Abordagem de Falhas” in: XI SNPTEE - Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Rio de Janeiro/RJ, 1991.

SILVA, João B.G.F.; SILVA, SILVA, Paulo R.R.L.; SILVA, Vilson R. - “Padronização de Estruturas para LT’s de 69 e 138 kV” in: V ERLAC – Encontro Regional Latino Americano da Cigré, Paraguai, 1993.

SILVA, João B.G.F.; GUIMARÃES, Rogério P.; SILVA, Paulo R.R.L.; MELLO, Reynaldo C.; S.; SALIBA, Amaury; TAKAI, Mário N.; CALDAS, Silvio - “Uma Nova Série de Estruturas para Aplicação em LT’s Urbanas de Baixa Tensão” in: XIV SNPTEE-Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Belém/PA, 1991.

SILVA, João B.G.F; NAKAMURA; Ricardo. S; SALIBA, Amaury; OLIVEIRA, Jayme - “The Eletronorte’s Lines: Construction Aspects” in: VIII ERLAC-Encontro Regional Latino Americano da Cigré, Paraguai, 1999.

SILVA, João B.G.F.;GUIMARÃES, Rogério P.; MENEZES, Luciene O.; AMARO,Rania C.P.; SILVA, Vilson R.; MENEZES, Ruy C.R.;NOLASCO, João F.; BUGALLO, Francisco - “1ª Interconexão 1000 MW Brasil-Argentina - Projeto da LT 500/525kV Rincón de Santa Maria-Garabi-Itá” in: IX ERLAC - Encontro Regional Latino Americano da Cigré, Foz do Iguaçu, 2001.

SILVA, João B.G.F.; GUIMARÃES, Rogério P.; MENEZES, Luciene O.; AMARO, Rania C.P.; BORGES, Paulo S. P.; FERNANDES, José H.M.; OLIVEIRA, Jayme; SALIBA, Amaury; TAKAI, Mário N. -"Estrutura Compacta Tipo Cross-Rope para Linha de Transmissão em 500 kV" in: SNPTEE – Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Campinas/SP, 2001.

SILVA, João B.G.F.; SANTOS, Sérgio C.; MENEZES, Luciene O.; AZEVEDO, Crysthian P.B.; SILVA, Vilson R. - “Fundação em Micro-Estacas Injetadas – Uma Solução Econômica usada na Interligação Argentina-Brasil” in: XVI SNPTEE–Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Campinas/SP, 2001.

SILVA, JBGF, L.Kempner Jr., W.H.Mueller III, S. Kitipornchai, F. Albermani, R.C. de Menezes - “Lattice Transmission Tower Analysis: Beyond Simple Truss Model” in: Electrical Transmission in the New Age, Omaha, Nebraska, 2002.

SILVA, João B.G.F.; NOLASCO, João F.; CANAY, Hugo H. - “Factor Acero – Alumínio: Um Nuevo Parámetro para la Evaluación de la Eficiência de Líneas de Transmisión” in:  X ERLAC - Encontro Regional Latino Americano da Cigré, Puerto Iguazu/Argentina, 2003.

SILVA, João B.G.F; NOLASCO, João F. - “Avaliação Técnico-Econômica de Condutores de Alumínio Liga (CAL)” in: X ERLAC-Encontro Regional Latino Americano da Cigré, Puerto Iguazu/Argentina, 2003.

SILVA, João B.G.F.; AMARO, Rania C. P.; PERONA, Roberto M.; PINTO, André; OLIVEIRA, Cláudia M.F.; VIANA, Jorge M.V.; RICCO, Victor H.C.; ESMERALDO, Paulo C.V. - “LT 500kV Cachoeira Paulista – Adrianópolis. Uma Elevada Capacidade de Transmissão em um Corredor Congestionado. Aspectos Mecânicos” in:  XVII SNPTEE–Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica, Uberlândia/MG, 2003.

SILVA, João B.G.F.; CAVALEIRO, Pedro; ALVIM, Maria das Graças; GOMES, Mauro A.; CORREA, Vladimir R.;BUGALLO, Francisco - “Sistema Óptico de Transmissão Interconexão Brasil – Argentina II” in: X ERLAC - Encontro Regional Latino Americano da Cigré, Puerto Iguazu/Argentina, 2003.

SILVA, João B.G.F.; MENEZES, Luciene O.; CAMPOS, Paulo C.; MELLO, João L.S. - “Acidentes nas LT´s 525 kv salto Caxias-Salto Santiago e Salto Caxias-Cascavel estudos de reforços nas torres estaiadas” in:  XVIII SNPTEE, Curitiba - Paraná, 2005.

SILVA, João B.G.F.; MENEZES, Luciene O.; AMARO, Rania C.P. - “Avaliação dos suportes de linhas de transmissão existentes” WG08, Cigré Internacional in: Primer Simposio de Cigré en Bolivia, 2006.

SILVA, João B.G.F.; MENEZES, Luciene O.; AMARO, Rania C.P.. - “Influência da modelagem hiperestática no comportamento das estruturas para LT´s. Ensaios em protótipos” - Cigré Internacional in: Primer Simposio de Cigré en Bolivia, 2006.

SILVA, João B.G.F.; ESMERALDO, Paulo C.V.. - “The evolution on the HSIL Lines in Brazil” in:  International Workshop on UHV Transmission Systems, Beijing-China,2006.

SILVA, João B.G.F; PORTELA, Carlos; ALVIM, Maria das Graças - “Non-conventional solutions adequate for very long distance transmission” in:  IEC-CIGRÉ UHV Symposium, Beijing-China, 2007.

SILVA, J. B. G. F. - "Uma Visão do Estado-da-Arte dos Projetos de Estruturas para Linhas de Transmissão" in:  XXXV Jornadas Sul Americanas de Engenharia Estrutural, Rio de Janeiro, 2012.

SILVA, J. B. G. F.; LEGERON, F. - "The Effect of Fabrication and Erection Tolerances on the Strength of Lattice Steel Transmission Towers "

 

 



CIGRÉ-Brasil
15/6/2018